As Marias da Nobreza


 Esta semana, de 26 de junho a 1 de julho, estarei na Mega Artesanal no stand da Henkel, com a exposição "Marias Arteiras". Espero vocês por lá!
Deixo vocês com as Marias da Nobreza

Viveram muitos anos atrás, foram rainhas, princesas, marquesas, condessas. Viveram em castelos com grandes jardins, com famílias poderosas, eram destinadas a casar com nobres, sem escolha, sem amor, eram moedas de troca em ambiciosas transações políticas. Viviam em um mundo de poder, em tempos turbulentos e ao mesmo tempo maravilhosos e terríveis, em meio de grandes feitos épicos. Conviviam com intrigas, aduladores e disputas entre a monarquia, a nobreza e a religião. Nem todas foram felizes para sempre. 




 Existiram muitas Marias nobres que entraram para a história: Maria Antonieta, talvez a mais famosa. A nossa Maria Domitila, a Marquesa de Santos. D Maria I, a rainha louca, e muitas outras como: Maria Stuart, Maria Vitória, Maria Pia, Maria Tudor, Maria Teresa, Maria da Glória, Maria II, e a lista não para por aí. Estas Marias se casaram e geraram outras Marias.



 Nos livros de histórias, encontramos Marias inteligentes e capazes que viveram vidas sem sentido, que tentavam escapar do vazio através do amor romântico, e que pagavam muito caro suas transgressões às duras normas da época. Outras são relatadas como criaturas desprezíveis símbolo de mulheres infiéis, levianas, ninfomaníacas. E algumas, em alguns momentos, regeram os destinos de seus povos. Ou seja, existiram Marias extraordinárias e notáveis, outras infames, como nos contos de fadas ou lendas.


Mundo fértil este das Marias da nobreza! Quanto mais nos aprofundamos na história, mais Marias encontramos; intensas ou sutis, gloriosas ou insuportáveis,  seja lá como for todas deixaram marcas na história. 



Muito tempo depois, estas Marias não povoam mais os palácios ou castelos, mas algumas delas ainda hoje inspiram a moda, a arte, a cozinha, o cinema e estimulam nossa imaginação.