Muito obrigado


Dizem que está palavra é magica! Acho que deve ser sim. Pois  é uma das primeiras palavras que as mães ensinam aos filhos quando começam a falar. Dizem também que tem o poder mágico de provocar, gentileza. sorrisos, carinhos, reconhecimento.
Também dizem que em certas ocasiões não expressa a nossa verdadeira gratidão. Também concordo. Mas como ainda não  encontrei no dicionario nada mais apropriado:
Muito obrigado Norma pelo belo presente
Muito obrigado Katia Bonfadini pela entrevista e pela oportunidade de aparecer no seu blog.
http://casosecoisasdabonfa.blogspot.com.br/

OBRIGADO NORMA


Obrigado Norma pela gentileza, pelo presente fantástico que ganhei. Fiz um agradecimento publico lá no Facebook, pois não poderia ser diferente. 
Olha como ficou o meu cantinho? Só o lado arrumadinho!!!
Vai ficar sempre ao meu lado. Agora que luxo de chaleira, depois vou tirar foto dela na minha cozinha.
OBRIGADO!

Com licença de Pablo Neruda


Adoro o “Livro das Perguntas” de Pablo Neruda. É um livro que está sempre a minha mão. É uma fonte de inspiração e encantamento com suas perguntas sem respostas.
 Ou seriam perguntas com muitas respostas, ou para não serem respondidas?
 Ou talvez perguntas para provocar a imaginação?
Ou quem sabe para trazer a poesia ao cotidiano das indagações?
Mas isso não tem a mínima importância...  Assim são os artistas: provocadores, imprecisos.
 Pablo Neruda pergunta:

“De que ri a melancia quando a estão assassinando?”

“Não crês que os dromedários guardam luas em suas gibas?”

“E o mar não está emprestado à terra por curto prazo?”
“Não teremos que devolvê-lo com suas marés à lua?”

Pablo Neruda morreu no dia 11 de setembro 1973. Com toda a evolução tecnológica que o mundo enfrentou de lá para cá, se hoje ele estivesse entre nós, teria uma infinidade de outras perguntas para enriquecer nosso imaginário. Como não está!
Com licença de Pablo Neruda:

“Se hoje as informações estão armazenadas nas nuvens, para onde se mudaram os anjos?”

Maria, pretinho nem tão básico assim.


Maria em frente ao seu armário de roupas, suspirou resignada. Pegou qualquer um dos vestidos. Afinal todos são semelhantes, principalmente na cor, todos pretos.

Não pode deixar de relembrar dos seus vestidos da infância e da adolescência. Do vestido de tule azul de bolinhas brancas e da sensação de se tornar uma princesa cada vez o vestia. Ou o vestido xadrezinho vermelho e sutache na gola branca, modelo copiado de uma boneca de uma vitrine.

Todos os vestidos podiam variar de modelos, rodados e armados, ou meio lambidos, com bordados, com rendas, coloridos, ou com lindas estampas de florzinha, casinhas, frutinhas, mas tinha sempre para arrematar duas faixas que saiam das duas laterais da cintura e se encontravam em um enorme laço nas costas. Parece que este laço atestava a meninice. De vez em quando, dependendo da ocasião, os vestidos eram engomados e o laço ganhava status de borboleta.
Para arrematar o figurino infantil, laço na cabeça, sapato tipo boneca e meia soquete.



Com os passar dos anos o laço nos cabelos, as meias, a roda do vestido, os bordados... Foram sendo deixados para trás. Enfim,  estas perdas ou mudanças no modo de se vestir mostrava para ela própria e para os outros que estava crescendo.

A mudança de meia soquete para meia calça, o cinto fininho sobre a cintura, o vestido justinho, as saias curtas, o uso do batom, a calça jeans, pintar as unhas, cortar as tranças, entre outras, independente de modismo, eram ritos de passagem da criança para a idade adulta. E ficaram todas estas etapas e suas emoções marcadas no peito desta Maria como a travessia de uma ponte mágica.

Em frente ao seu armário de roupas, Maria despertou de suas lembranças, vestiu um   pretinho básico Mas antes de sair se enfeitou com flores. Olhou no espelho e sorriu, sentindo aquela sensação de ser princesa da novamente, e o seu pretinho não ficou tão básico assim.

Banquete Literário.

Obrigado Lunna, Madalena,  Fabiana,  Francy's , Letícia e a Suzana pela tarde de ontem.

Diários das Quatro Estações


Quatro meninas. Mulheres. Quatro elementos. Estações do ano.

muito mais de Quatro mil palavras numa folha…



O lançamento será no dia 25 de agosto as 16 horas na Biblioteca Alceu Amoroso Lima
será no dia 25 de agosto as 16 horas na Biblioteca Alceu Amoroso Lima 
dia 25 de agosto as 16 horas na Biblioteca Alceu Amoroso Lima
as 16 horas na Biblioteca Alceu Amoroso Lima
na Biblioteca Alceu Amoroso Lima


Maria Sabiá 3


Está Maria pede desculpa pela repetição. Acontece que seu coração se enche de alegria e esperança quando anunciando a primavera o sabiá começa a cantar.

Maria Pipa



"Meu trabalho inicial é o medo de cair.
 Depois se tornou a arte de cair.
 Como cair sem se machucar.
 Mais tarde é a arte de se manter no ar."

Louise Bourgeois  1911-2010