Poesia de Fernando Coelho


Maria, a arte beija teu jeito sonso. Te guardo, quieto, num pedacinho de papel. Simples como uma talisca de nuvem. Onde eu escrevo o teu corpo imaginário. Eu te amo na junção de todas as cores da aurora boreal. Tu, Maria, és a própria arte, pura, congênita, imperial, florescente, igual ao hálito dos pintassilgos. E só. Poesia de Fernando Coelho

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