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Um vinha da Arábia Saudita o outro de Pernambuco e se encontram na avenida mais famosa de São Paulo. Avenida Ipiranga com a Avenida São João. Olemac e Melô, abrindo a página do RoMaria de Livros.Curtam a página do RoMaria de Livros.

Poesia de Fernando Coelho


Maria me empresta as asas de nuvem. Percebe que as minhas pesam, calcinadas de ferro e saudade em postas. Maria é dona de um criatório de vento. Me pergunta se pode me assoprar para dentro dela. Oh! Maria amada! É tudo o que preciso... Fernando Coelho

Testando


Às vezes para desanuviar, outras vezes por curiosidade e porque tudo pode ser interessante, me aventuro nos softwares de design gráfico. Formas, padrões, texturas e cores. Espaço, equilíbrio tudo pode ser trabalhado. Claro que há uma diferença técnica e manual, entre a tesoura e mouse, mas mais que isso há a diferença do olhar. Difícil, principalmente porque ainda não passei do conhecimento de 25 por centos de todas as ferramentas e recursos disponível nesses programas. Mas é assim mesmo, o que não se pode fazer é passar correndo pelas experiências e circunstancias com as quais podemos aprender.
Acho que por causa da data, carnaval o resultado foi bastante colorido, acho que testando as cores e as cores me testando, acho que cheguei bem perto do acorde cromático da Alegria.

Muito Bom Dia!

A doce poesia de Fernando Coelho


Se Maria vai embora?
Como viver sem Maria?
Tenho medo dela ir.
Peguei linha da lua.
Amarrei Maria no horizonte.
Ela não sabe. 
De noite, mando uma estrela contar pra Maria.
E peço pra ela ficar.
Fernando Coelho