Acreditava que um dia eu teria asas...



Quando menina, acreditava nas coisas que não existiam. Era fascinada por portas secretas, quartos fechados e janelas escuras. Não sabia tabuada de cor, sentia frio na barriga tinha como companhia a dislexia. Uma fada e uma bruxa que eram donas da minha imaginação e como confidente um abacateiro. Trazia comigo a estranha mania de acreditar, que, de alguma maneira, um dia, eu teria asas."MC

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