Cartas em gavetas



 ... Deve ser um descontrole químico ou uma praga de madrinha. A chuva ácida que caiu no dia que nasci. Pode ser tudo isso ou nada. Ou só o meu coração,  que  fez a escolha de amar obstinadamente, o homem coberto de névoa, que jamais alcançarei. Por isso esse gosto de nunca que tem todas as manhãs. Talvez, se eu soubesse escrever poesia, eu o teria através dela. Mas, eu não sei!  Vivo de uma incerteza para outra e nunca alcanço  sua mão...

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